Durante todo o curso eu e o Tiago desenvolvemos diversos projetos, em paralelo com a faculdade, mas todos foram abandonados antes de sua conclusão, pricipalmente por falta de tempo. Assim desnvolvemos uma metodologia de desnvolvimento parecida, o que nos permitiu um grande entrosamento durante todo o desnvolvimento do SHOB. Muitos dias foram gastos debatendo idéias, modelando o sistema, e pesquisando novas técnicas que pudessem melhorar o desempenho do sistema. Com isso conseguimos um produto final de alta qualidade, que nos agradou muito.
O principal desafio no início do projeto era a sua complexidade. Muitas duvidas surgiram sobre quais algoritmos utilizar para manter a sincronia dos objetos, realizar transações de escrita, carregar classes dinâmicamente, e outras tarefas que o SHOB deveria desempenhar. Isso dificultava a visualização do projeto como um todo, principalmente nas primeiras fases. No decorrer do desenvolvimento, fomos ganhando mais experiência, e com isso comçamos a acreditar realmente que o projeto seria concluído em tempo e com tudo o que idealizamos na sua concepção.
Com o passar do tempo um outro problema surgiu: o tamanho do sistema. Já haviam dezenas de classes, e passamos a ter alguns problemas com nomenclatura, o que nos obrigou a reorganizar toda a estrutura de diretórios. Essa foi uma experiência interessante, pois nos EP´s que fazemos para a faculdade a organização das classes nunca chega a ser um problema, já que estes normalmente são pequenos.
Apesar dos desafios encontrados, conseguimos implementar praticamente tudo o que gostaríamos. Existem ainda algumas melhorias que já foram identificadas e que serão adicionadas posteriormente, mas essas não são importantes para demonstrar o funcionamento que gostaríamos.
Devido à complexidade do projeto várias disciplinas foram úteis, mas algumas tiveram importância especial. São elas:
Houveram ainda diversos outros cursos que auxiliaram na formação de conceitos utilizados no SHOB.
Como o projeto foi idealizado por nós, tivemos a liberdade de conduzi-lô como queríamos, contando com as orientações do Paulo Silva e Silva, o que nos motivou bastante. Mas apesar do entusiasmo percebemos uma enorme distância entre o que nos foi ensinado no BCC, e o que precisaria ser feito na realização de um projeto voltado para o mercado. Um dos grandes méritos do BCC foi nos ensinar conceitos, e não a utilizar ferramentas, o que nos permitiu aprender várias tecnologias em um tempo relativamente curto.
A realização desse projeto nos permitiu conhecer diversas tecnologias e aprender muitas coisas que não são ensinadas na faculdade. Nos primeiros anos de faculdade eu senti falta de uma maior interação com o mercado, mas com o passar dos anos, fui percebendo que toda a base de conhecimento que estava adquirindo me permitia aprender rapidamente a utilizar diversas ferramentas que surgem todos os dias.
Para mim, o resultado final do projeto foi um sucesso, que nos permitiu avaliar o quanto aprendemos durante todo o BCC, e que nos será útil durante os próximos projetos.